Justiça

Rapaz que atirou em desafeto em avenida de Jales é condenado a 6 anos

15 Dez 2018
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O crime aconteceu em uma madrugada de outubro do ano passado, em plena avenida “João Amadeu”, quando o acusado atirou três vezes contra um rapaz que, supostamente, estaria namorando sua ex-companheira. Dois disparos atingiram o veículo da vítima, enquanto o terceiro tiro provocou-lhe ferimentos no ombro. Mesmo ferida a vítima conseguiu dirigir seu carro até a UPA, onde foi socorrido.

Ao final do julgamento de quinta-feira, “Pipoca” – que está preso preventivamente desde o início do processo – foi considerado culpado pelos jurados e condenado a seis anos de reclusão, em regime inicial fechado. A pena poderia ter sido maior, mas os jurados consideraram que o réu praticou o crime sob violenta emoção. Ele teria sido provocado pela vítima, que o estaria ameaçando de morte.

De seu lado, o advogado de defesa do réu, Fernando Neto Castelo, sustentou que seu cliente não tinha a intenção de matar e pediu que o crime de tentativa de homicídio fosse desclassificado para lesão corporal, uma vez que a vítima foi atingida por um único disparo em região não vital do corpo, sem maiores complicações de saúde.

Os jurados entenderam, no entanto, que o caso era mesmo de tentativa de homicídio, já que “Pipoca” teria agido com a intenção de matar. O fato de o réu ter efetuado disparos em plena avenida, utilizando-se de meio que causou perigo às pessoas que passavam pelo local, também foi levado em consideração..

A sessão de quinta-feira, 13, foi a quarta deste ano. Na primeira sessão, realizada em julho, um homem foi condenado a 15 anos de prisão por conta da tentativa de homicídio perpetrada contra sua companheira, atingida por diversas facadas, em Vitória Brasil.

A segunda sessão do ano ocorreu em agosto, quando os jurados condenaram um casal a 18 anos e 08 meses de reclusão. O casal foi acusado pelo assassinato de Marcos Antonio Espósito Farinelli, em crime cometido no dia 21 de março de 2016, na Rua “Rubião Meira”, no Jardim Paraíso.

Já na terceira sessão, realizada no mês passado, os jurados julgaram o caso de “Marcinho Tatto”, que, no dia 1° de outubro de 2017, tentou tirar a vida de outro homem. Marcinho foi condenado 03 anos e meio de reclusão.




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