Polícia

BETO USA RELAÇÃO EXTRACONJUGAL PARA `EXPLICAR` PORQUE NÃO SABIA ORIGEM DO DINHEIRO DE ÉRICA

27 Ago 2018
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O jornal A Tribuna deste final de semana continua repercutindo a Operação “Farra no Tesouro”, cujos envolvidos já foram denunciados pelo Ministério Público de Jales como incursos nos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa e também falsificação de documentos. Como o MP está dizendo que os crimes foram cometidos em “concurso material de delitos”, as penas de cada acusado poderão chegar a 700 anos, mas a defesa deverá pedir a desclassificação para “crime continuado”, o que diminuirá substancialmente as penas. A denúncia oferecida pelo promotor refere-se apenas a fatos ocorridos nos últimos dois anos, quando foram desviados cerca de R$ 1,7 milhão, mas as investigações continuam e o MP poderá oferecer novas denúncias.

Ainda sobre o mesmo assunto, destaque para decisão da Justiça do Trabalho que deferiu liminar solicitada em reclamações trabalhistas ajuizadas por seis funcionários da empresa Betto Calçados. As atividades da empresas estão, como se sabe, paralisadas depois que a Polícia Federal lacrou a loja localizada na Rua 12. A decisão do juiz da Vara do Trabalho de Jales, José Antônio Gomes de Oliveira, deferiu liminarmente a rescisão indireta do contrato de trabalho dos ex-funcionários e vai permitir que eles recebam o seguro desemprego e saquem os depósitos feitos no Fundo de Garantia.

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